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Museu
do Folclore

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Museu
do Folclore
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Museu Edison Carneiro
Rua do Catete, 179/181
Uma Homenagem.
O
Museu do Folclore tem
o nome Edison Carneiro, desde 1976; ele foi etnólogo,
folclorista, jornalista, ensaísta, professor, historiador e jurista;
ativista sempre em luta pelos valores folclóricos nacionais. (Baiano de
Salvador, nasceu em 1912). Viveu no Rio de Janeiro de 1939
até 1972 quando faleceu. Ele também foi especialista nos cultos
afro-brasileiros, membro do Conselho Nacional do Folclore,
da Comissão Nacional do Folclore (ligada a UNESCO); foi
membro também de diversas entidades internacionais ligadas ao folclore.
Foi Presidente de Honra da Escola de Samba Acadêmicos do
Salgueiro dentre outras escolas no Rio de Janeiro e Presidente
de Honra do Afoxé Filhos de Gandhi na Bahia. Ele foi
um dos responsáveis pela criação do museu; foi um dos criadores
da Campanha de Defesa do Folclore Brasileiro, que mais tarde se
tornou o Instituto Nacional do Folclore e hoje o Centro
Nacional de Folclore e Cultura Popular, que funciona no mesmo
prédio do Museu do Folclore.
O Museu
O
Museu
do Folclore foi criado em 1968, mas parte de seu acervo já existia
fazendo parte da Campanha Nacional de Defesa do Folclore Nacional desde
1950.

Detalhe
da fachada do atual Museu do Folclore antes da reforma.
Foto
gentilmente cedida pelo internauta Dercio Rocha
Em geral o museu exibe uma exposição
permanente que reúne cerca de 1.400 objetos que contam uma das muitas
histórias possíveis sobre o homem brasileiro, organizada em cinco
unidades temáticas: vida, técnica, religião, festa e arte.
Os casarões onde hoje funciona o museu, faziam parte do complexo
do Palácio do Catete lá, funcionava a Casa da Guarda Palaciana.
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